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NOVO ENEM - Na redação, candidato não deve desrespeitar direitos humanos

28 de julho de 2009

Defender temas como nazismo e racismo, por exemplo, faz aluno perder pontos

 

 

Quem pretende ir bem na redação do Enem pode até cometer (pequenos) erros de português, mas há algo que o avaliador não vai perdoar: o desrespeito aos direitos humanos. Pelas regras da redação, defender temas como nazismo e racismo, por exemplo, faz o aluno perder pontos. "Não tem como defender esse tipo de tema. Se o fizer, o aluno vai mostrar que é radical. E toda forma de radicalismo é condenada numa redação", disse Maria Aparecida Custódio, professora do laboratório de redação do Objetivo. Ser explícito quanto à necessidade de respeitar direitos humanos é exigência do Enem, segundo ela. Vestibulares não costumam fazê-lo de forma específica. O diretor de avaliação da educação básica do Inep (órgão responsável pelo Enem), Héliton Tavares, diz que essas regras ajudam a direcionar o candidato que faz a redação. Os parâmetros da redação estão no site do Enem, mas a consulta às informações é complicada: é preciso acessar a última das sete páginas de um arquivo em formato PDF. O link está no endereço www.enem.inep.gov.br/portaria_enem2009_2.pdf . Para ir bem, o aluno deve se ater ao tema exigido e saber argumentar. Expor pontos positivos e negativos em relação ao assunto abordado é importante para mostrar senso crítico, afirma a professora. O candidato deve, ainda, fugir de soluções utópicas para o tema da redação. Se o Enem pedir a solução para a sujeira nas cidades, por exemplo, não basta dizer que o problema seria resolvido se cada um cuidasse do seu lixo. "O aluno tem que abordar a questão de maneira racional", diz Maria Aparecida. É o que o vestibulando Felipe Lorenzini, 18, diz tentar. Ele faz duas redações por dia e treina especialmente o tema e a argumentação. "Não se pode fugir do foco", diz ele, candidato a artes dramáticas na USP - vestibular em que o Enem ajuda a compor a nota.

 

 


Folha de São Paulo

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