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Eleitores questionam candidatos sobre temas polêmicos

31 de agosto de 2010

Os dois candidatos que polarizam a disputa ao governo de Mato Grosso do Sul foram questionados por eleitores durante o debate na Fetems sobre assuntos polêmicas.

Uma professora questionou Zeca sobre o empréstimo que o governo tomou para pagar funcionários e sobre as escolas, que teriam sido deixadas em péssima situação por seu governo.

Zeca respondeu dizendo que sua administração, ao assumir, pegou um estado “absolutamente falido”. “Não só pagamos dívidas monstruosas deixadas pelo PMDB como arrumamos o Estado”.

O ex-governador citou, também, a arredacação de ICMS, afirmando que quando assumiu, o montante médio era de R$ 41 milhões, e quando deixou a administração estadual, em 2006, a receita de ICMS havia subido para R$ 285 milhões.

Puccinelli- O governador André Puccinellli respondeu a pergunta do presidente do CDDH (Centro de Defesa dos Direitos Humanos), que o questionou sobre seu pensamento sobre direitos humanos, citando a distribuição de uma agenda com fotografia sua, no ano passado, a regra que estabeleceu exame para detectar uso de drogas pelos professores, e também uma afirmação atribuída ao governador de que o tempo de planejamento de aulas dos professores seria “vadiagem”.

André afirmou que a agenda foi distribuída em 2009, um ano antes das eleições, e afirmou que o proprio Paulo Ângelo entrou com ação na Justiça e perdeu. “Não houve promoção pessoal”.


Sobre a declaração a cerca do tempo para planejamento, negou que tenha classificado de “vadiagem”. Neste momento, o governador endureceu o discurso e chamou Paulo Angelo de mentiroso.

Em relação ao exame para detectar uso de drogas entre professores, Puccinelli disse que não trata pessoalmente dessas questões e novamente endureceu o tom. ““Eu acho que o senhor, se fosse usuário de cocaína ou fosse usuário de maconha, um bom exame mostraria”.

Nei Braga respondeu uma pergunta confusa sobre diferenças entre as categorias de servidores administrativos e respondeu dizendo que a educação será a segunda prioridade em uma eventual administração sua.

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